4 Regras para Transportar um Suporte de Bicicletas

Se vai transportar bicicletas deve ficar a par de 4 regras para transportar um suporte de bicicletas. É importante para a sua segurança e dos outros.

Em primeiro, deve ter em mente a sua segurança antes de pensar na melhor forma de transportar a sua bicicleta. A forma mais simples de transportar a bicicleta é no interior do habitáculo. Se a bicicleta for de criança basta colocar na bagageira.

Interior do Habitáculo

Se a bicicleta for de maior dimensão, será necessário baixar os bancos traseiros. Neste caso, fique atento à corrente da bicicleta, pois deve ficar virada para cima de forma a evitar danos, e também à roda da frente que deve ficar encostada às cotas dos bancos. Deve tapar a bicicleta com um lençol ou algo do género, para evitar que o carro fique sujo de óleo ou outras sujidades. Em carros de menor dimensão terá mesmo que remover os bancos.

Desvantagens:

  • Não permite levar outro tipo de bagagem ou passageiros.

Tejadilho

No tejadilho, as bicicletas são transportadas de forma segura e estável. Além disso, tem a vantagem de não ficar com a bicicleta danificada, em caso de toque traseiro no carro, como acontece com o suporte de bagageira. Esta opção é ótima para não sujar o seu veículo.

Apesar de o tejadilho ser a forma de transporte de bicicletas com menos regras associadas, também as tem:

– Limite de comprimento: 0,55 metros para a frente e 0,45 metros para a retaguarda dos pontos extremos do veículo.

– Limite de largura: a do automóvel.

– Limite de altura: não pode exceder os 4 metros.

Desvantagens:

  • Não ser fácil erguer a bicicleta para cima do tejadilho e fixá-la no suporte.
  • O condutor não se pode esquecer que o automóvel com as bicicletas ganha dimensões superiores em altura, o que pode interferir com determinadas passagens — por exemplo, em estacionamentos fechados.
  • A resistência aerodinâmica aumenta, bem como o consumo de combustível

Suporte de Bagageira

Estes suportes são bastante económicos e adaptam-se a vários modelos de automóvel. Estes suportes levam até quatro bicicletas.Também esta forma de transporte de bicicletas nos automóveis tem regras previstas na lei:

– As bicicletas não podem ultrapassar a largura dos espelhos laterais (ou caso ultrapassem, é necessária uma autorização específica, renovada anualmente).

– Luzes e matrícula têm de estar desobstruídas.

– Em conjunto, as montadas no suporte não podem exceder os 45 centímetros do comprimento total do carro.

 Desvantagens: 

  • Caso haja um toque traseiro, as bicicletas podem ficar danificadas.
  • A pintura do carro pode ficar danificada.
  • Os suportes podem dificultar ou impossibilitar a abertura da bagageira.

Suporte de Bola Reboque

Também conhecido por unidade técnica de extensão de carga, este tipo de suporte, por não conter rodas, não é considerado um reboque, ainda que possa ter semelhanças. Contudo, esta forma de transporte de bicicletas implica umas quantas regras:

– A bola de reboque tem de estar averbada no Documento Único Automóvel, ser homologada com indicação da carga suspensa suportável, ser removível e permitir o funcionamento das luzes de marcha-atrás presentes no suporte.

– As bicicletas não podem exceder a largura do automóvel (ou caso ultrapassem, é necessária uma autorização específica, renovada anualmente) e não podem ficar mais do que 45 centímetros de comprimento para lá da unidade técnica de extensão de carga homologada (com luzes e matrícula incorporadas).

– Na apólice do seguro do carro é necessário incluir um atrelado abaixo dos 400 kg.

Desvantagens:

  • Este sistema é mais caro do que os restantes.
  • Caso as bicicletas não estejam bem protegidas, estão sujeitas a roubo.
  • Se houver um toque na traseira do automóvel por outro veículo, as bicicletas podem ficar danificadas.
  • Alguns destes sistemas não permitem a abertura da bagageira e podem ser pesados.

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